sábado, 26 de abril de 2014

A FITA MÉTRICA DO AMOR

A FITA MÉTRICA DO AMOR

Como se mede uma pessoa? Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento. Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado. É pequena pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.

Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto. É pequena quando desvia do assunto.

Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma. Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos clichês.

Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições? Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande. Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.

É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos. Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações. Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma. O egoísmo unifica os insignificantes.

Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.


(Martha Medeiros MEDEIROS, M. Non-stop: crônicas do cotidiano. Rio de Janeiro: L&PM Editores. 2001. 171p.)

domingo, 20 de abril de 2014




Falhar é diferente de errar .
Podemos falhar até mesmo tendo feito tudo certo e podemos acertar mesmo cometendo falhas . Daí a importância de diferenciá-los antes de culpar a alguém .
Cometemos mais falhas que erros , eles , no entanto , são mais impactantes pois , geralmente , resultarem de sucessivas falhas .
Todos erramos e todos falhamos , há falhas até na avaliação do que é falha ou erro .
    
Costuma-se ter uma ideia negativa sobre erros . Isso porque , geralmente , ele vem acompanhado de alguma punição , que pode partir de outra pessoa , de si mesmo ou de ambos .        
Mas errar sempre será uma característica humana .
A pressão da avaliação ,juntamente com o desejo de não decepcionar acentuam os erros . O medo de errar pode ser tanto que faz com que questões simples se agigantem ,  transformando-se em verdadeiros  bichos de sete cabeças .
 Mas é preciso entender que precisamos apenas fazer o melhor que soubermos , claro que com muita dedicação e responsabilidade que é bem diferente do medo de errar .
Aprendemos muitos com erros , nesse momento de frustração e desconforto a lição se fixa  na memória, pois , ao reconhecer e aceitar o erro  , busca-se uma nova alternativa para superá-lo .
Se bem trabalhado , o erro deixará de ser apenas frustração, mas será a motivação para encontrar caminhos melhores .Porém , quando colocados
Independente de ser erro ou falha , o importante é dar a devida atenção ao acontecido , nem mais , nem menos , apenas a atenção necessária . Super valorizar  a questão é interessante apenas quando se tem a ideia de martírio , próprio ou alheio .
Perdoar , punir ou perdoar após punir ?
Perdoar é dar uma outra oportunidade para que algo , que não foi bem executado , seja concluído de forma satisfatória .
Punir é um modo de mostrar o certo e o errado , de evitar que um erro se repita , de educar . Sendo assim , punir torna-se um ato de amor .
Nem sempre a punição tem caráter educativo , ela pode ser , também , um modo de impor uma ideia ou vontade . E , por vezes , ela está mais ligada ao ego e ao desejo de causar martírio , de que exatamente à ideia de correção em si .
O perdão dado após a punição pouco se parece com perdão , pouco se parece com receber uma segunda chance .
Punir erros e falhas , sem observar às causas que levaram a ele , embora usual , é pouco eficiente . Agir na causa seria o ideal .

De certo é que , em algum momento e de alguma forma , é preciso perdoar para que o todo não fique girando em torno de apenas uma questão .
Falhar é diferente de errar , porém , ambos deixam aquela dorzinha no fundo da alma . A culpa pode consumir e entristecer , e essas feridas doem ainda mais quando não sabemos nos perdoar .
Por isso , da mesma forma que relevamos , compreendemos ou perdoamos o próximo , devemos também nos perdoar pelas faltas pelas falhas cometidas . Por vezes , precisamos mais do nosso próprio perdão de que do perdão do outro .  Esse perdão é muito importante para que se possa voltar a caminhar com mais motivação.

luah negra_propriedade de DOM JH .

domingo, 13 de abril de 2014

O que é um beijo?…

Você alguma vez já se perguntou: O que é um beijo?…
Não sei se você sabe, mas o ato de beijar é algo prevalente em praticamente todas as culturas e sociedades ao redor do globo. Além disso, há, entre nossos primos distantes, os primatas, algo muito similar ao beijo dos humanos.
Isso seria então uma forte indicação de que o beijo não somente teria surgido de maneira acidental, mas na verdade, seria um mecanismo biológico que tem uma função muito peculiar. Eu explico.
O estudo
Uma pesquisa feita pela Universidade de Oxford tentou responder a esta questão, ao acompanhar durante algumas semanas mais de 900 indivíduos através de entrevistas e questionários e, a partir disto, algumas conclusões foram levantadas a respeito do que um beijo realmente pode significar.
Uma delas afirma que o beijo tem um papel complementar ao ato sexual e, de alguma forma, nos dá acesso à intimidade da saúde física do parceiro – informação primordial para nossos antepassados que não tinham como avaliar de maneira “rápida” a saúde do cônjuge. Lembremo-nos que o hálito, por exemplo, pode carregar diversas informações a esse respeito, além de trazer traços de variações hormonais etc, servindo-nos de uma poderosa “pista” a respeito do outro.
Portanto, o beijo nos permitiria, de forma instintiva, “colher” informações imediatas a respeito da condição física da outra pessoa, ou seja, se ela seria (ou não) segura para nos acasalarmos.
Outra conclusão foi a de que o beijo cumpre uma função de melhorar a excitação e o envolvimento sexual, o que ajudaria a criar um maior desejo das pessoas permanecerem juntas por mais tempo.
Uma terceira observação, segundo os pesquisadores, foi a de que o beijo, na verdade, seria um misto dessas duas hipóteses anteriores.
Nas pesquisas feitas em Oxford, surgiu ainda uma descoberta bastante interessante. Notou-se que entre o grupo avaliado, quando questionados, as mulheres eram as que mais se lembravam da qualidade do beijo de seus parceiros. O fato de elas serem as mais impactadas pela gravidez (pois seu corpo é o que mais se modifica) talvez faça com que as memórias mais longevas de um beijo se tornem um dos elementos mais importante na escolha correta dos parceiros.
O beijo para elas, portanto, diferentemente dos homens, as ajudaria na escolha de quais parceiros seriam mais saudáveis, afetuosos e, principalmente, com maiores chances de permanecer ao lado delas, o que poderia indicar que eles as auxiliariam igualmente na criação dos filhos – um elemento potencial na sobrevivência da prole de nossos antepassados.
Segundo os pesquisadores, o beijo nos ajudaria a mensurar as perspectivas que um parceiro(a) romântico(a) apresenta em termos da duração de uma relação, ou seja, um bom beijo seria um eficiente indicador ao nos assinalar parceiros que virão a ser um bom investimento no longo prazo.
Entendo, entretanto, que o relacionamento humano não é algo que possa ser muito simplificado, pois o beijo seria, em minha opinião, apenas mais um dos mecanismos envolvidos no cortejo. Lembremos que atração física, beleza facial e questões sociais também estão fortemente envolvidas neste processo.
Outros dados interessantes levantados pelos pesquisadores é que, para indivíduos que não procuravam relacionamentos de longo prazo, o beijo era muito importante antes do sexo, mas não depois. Já para aqueles com tendências mais estáveis de relacionamento, o beijo foi tão importante antes como depois do envolvimento sexual.
Curioso notar que aqueles casais que afirmaram se beijar mais frequentemente também apresentavam melhores níveis de qualidade de relacionamento, todavia, isso não queria dizer que a vida sexual deles seria mais ativa do que a média estudada.
Conclusão
Portanto, beijar é um ato muito mais importante do que se pode pensar nas mais diversas esferas do relacionamento humano, ao carregar poderosos elementos de comunicação interpessoal. A este respeito, George Sand, importante novelista francês do século 19 já dizia: “o beijo é uma forma de diálogo”.
É muito provável então que nos dias de hoje, quando os relacionamentos aparentemente são mais fugazes, beijar várias pessoas em apenas uma noite seja uma das formas ainda carregada com os mecanismos mais primitivos de separar, na multidão, alguém que venha a se tornar um(a) bom(a) parceiro(a) no futuro.
Assim sendo, um beijo nunca é apenas um beijo.
Dizem alguns, inclusive, que talvez devêssemos reconsiderar a expressão “amor à primeira vista” para “paixão ao primeiro beijo”. A chamada “química” entre duas pessoas, portanto, possivelmente contém elementos (positivos) desta verificação corporal.
E você, o que pensa a respeito?… O que o beijo particularmente lhe significa?…
“Se combina o beijo, já é meio caminho andado” – Cazuza.
( Fonte:http://cristianonabuco.blogosfera.uol.com.br/2014/02/19/o-beijo-nunca-e-apenas-um-beijo-revela-estudo/ )

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Asfixia Erótica

O que é Asfixia Erótica
É considerada Asfixia Erótica quando o indivíduo interrompe  intencionalmente o fluxo de oxigênio para o cérebro com a intenção de  excitação sexual. Seja por estrangulamento, garroteamento, afogamento, tanto faz. A prática também é Asfixiofilia. Trata-se de uma parafilia que devido ao seu risco letal é considerada uma prática de risco. Principalmente o caso da asfixia autoerótica, pois o risco de apagar e não ter ninguém que possa ajudar a reanimar é grande, pode ser mortal.
O risco é  muito questionado pelos fetichistas apreciadores, pois mistura-se ao prazer. Como se um não existisse sem o outro. Quem sabe o risco  é um fator potencializador do tesão? Se por um lado, o tempo que ficou “apagado”, sem oxigenação, pode (eu disse “pode” não disse “vai”) causar danos reais com risco até de morte, por outro lado  é fato que a falta de oxigenação dá um certo “barato” e a sensação de “volta” é também um grande prazer, segundo os amantes da prática.
Tipos de Asfixia Erótica
Autoasfixia – independente da variação, é quando a própria pessoa aplica em si o ato.
Afogamento – mergulhar a cabeça na água
Estrangulamento – mãos ou braços estrangulando o pescoço
Hand Smothering – mãos tampando boca e nariz
Breast Smothering – asfixiar com os seios
Máscara de Gás – uso de máscaras para conter a passagem de oxigênio
Face Sitting – asfixiar sentando na face
Garroteamento – uso de cordas, lenços e outros em volta do pescoço para asfixiar
Sacos Plásticos – uso de saco ou filme plástico na cabeça para conter a passagem de oxigênio
Trampling – asfixiar pisoteando, seja pela compressão no torax ou  pés no pescoço.
Cuidados e Riscos
Ter consciência que há risco de morte. É claro que atravessar a rua também é arriscado e nem por isso a gente deixa de fazê-lo, no entanto, os riscos com a prática são reais e não apenas “terrorismo” da minha parte.
Se fizer, nunca faça sozinho. Pela pequena lista citada na wikipedia dá pra perceber que os casos de morte por autoasfixia são muito maiores do que por estrangulamento.
Confiar no outro durante a prática é primordial, crie um código (algo com dois tapas na cama ou no braço talvez), mas lembre-se que durante  o ato pode haver certa desorientação, portanto, estar com alguém que seja extremamente consciente é essencial.
Evitar estar alcoolizado, asfixiador e asfixiado. O álcool muda os parâmetros de julgamento e pode colocar em risco o prazer e a vida.
Estar preferencialmente sentado ou recostado é mais seguro. Dessa maneira o asfixiado pode pousar a mão no braço do asfixiador, pode ser um bom sinalizador se o braço pender com um possível desmaio.
Se estiver asfixiando por trás, com o braço, tipo “sossega leão” (chave de braço em volta do pescoço), uma boa dica é estar diante do espelho. Assim é possível observar melhor as expressões e reações do outro.
No caso de desmaio soltar imediatamente para liberar a circulação sanguínea
Um tapa na face, de susto, ajuda também na reativação da circulação sanguínea.
Se a liberação do estrangulamento e nem o tapa der jeito, aí… Reze… Mas reze ligando para a emergência e tentando uma respiração boca a boca e massagem toráxica. 

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Minhas impressões sobre ageplay

Comentarei sobre uma prática sobre a qual tenho conhecimento parcial , que me atrai a atenção e que , acima de tudo , respeito , tanto essa quanto à todas as outras práticas .
A prática , ainda pouco difundida no Brasil , vem ganhando bastante visibilidade . Como  bons apreciadores do estilo de vida  americano que somos , começamos a nos identificar com ela .
Mas como esse jogo nos chega , o que há nele para atrair o interesse de tantos ?
Sabemos que esse é um jogo entre adultos , onde um exerce a função de pai e o outro de filho , podendo ser , também entre professor e aluno , médico e paciente , entre outras combinações .
O que ainda não sabemos é se trata-se de mais um dos modismo , que não se mantêm por si só , se estaria vindo para ficar e se chegará a se tornar um estilo de vida .
De certo é que , como fetiche , a prática tem e sempre teve seus adeptos .
Ultimamente , temos visto muitos bebês Net à fora , cada um mais meigo que o outro...acho fofo ! Porém , seria interessante vê-la , também além do fetiche .
Na D/s , independente do que o casal pratique , a hierarquia e disciplina tão presentes e apreciadas na relação , juntamente com o respeito e o carinho da submissa por seu Senhor , reproduzem , de certa forma , uma relação entre pai e filha  ,  logicamente que com suas peculiaridades .
Entretanto , acredito numa grande resistência da parte Dominante em se envolver com a prática , e da parte submissa em se aprofundar nela .
 Por enquanto , o que se vê da prática são muitas fotos , alguns textos e raríssimas vivências . Ela ainda se resume , em muito , apenas à denominação de babygirl e ao visual infantil das fotos .
Isso não quer dizer que não tenhamos praticantes reais de ageplay , mas sim , que não seria apenas no fazer poses para fotos com o dedinho na boca , vestindo-se de menina , com seus  laçarotes , chupetas , bichos de pelúcia , com esses e outros modos e acessórios infantis que se alcançaria o estado profundo de entrega que a prática , quando vivenciada dentro de uma D/s , proporciona  .
A dinâmica do jogo pode ser usada em auxílio à entrega , tornando-a um pouco mais confortável .
Talvez , grande parte da procura pela prática se deva à ideia de ser mais fácil , mas que não se enganem com esse 'confortável' , porque isso é algo que não existe na submissão .
Assim como alguns podem imaginar que submeter-se é ter o carinho , a proteção e o uso do Dono , quando e como desejar , pode-se imaginar que ageplay se resume a ser a filhinha do Papai e ganhar colinho quando sentir tal necessidade . Nesse , caso , estaríamos falando do fetiche isoladamente , e não da prática enquanto parte integrante de uma relação de Dominação/submissão .
O age play , da mesma forma que a submissão , quando vivenciada com entrega , vai muito além do que o sentido da visão pode alcançar e muito além do prazer momentâneo .
Assim como a escrava não precisa andar acorrentada para ser escrava , a submissa não precisa andar ajoelhada para ser submissa , nem a cadela precisa andar de coleira e guia para sê-la , e muito menos a puta precisa de caracterização para ser a puta de seu Senhor , a babygirl também independe de sua roupinha para existir dentro da submissa . Basta-lhes o desejo e a entrega para que tudo aconteça intensa e naturalmente .
Cada um age e se caracteriza como deseja , tudo é permito . O prazer de caracterizar-se e agir de acordo com a fantasia desejada é semelhante , tanto para quem a vivencia quanto para quem ainda sonha em realizá-la .
Trata-se apenas de não haver como mergulhar no raso , pode-se apenas molhar os pés ou bater de cabeça . Trata-se , também de que D/s é uma estrada nada encantada , que não leva a um parque de diversões e que precisa ser trilhada a dois .
Visual e modo agir ajudam a entrar no clima da fantasia , porém , sem entrega , tudo não passará de uma gostosa brincadeira , e isso só já é muito bom , também .
Ainda assim , aquilo que não parte de dentro para fora , tem pouca ou nenhuma razão de ser !
Daddy , Papai , Paizinho...um sonho de consumo ou nem tanto assim ?!
Haveria , nesse nosso BDSM já todo desencontrado e cheio de superficialidades , Dominantes realmente dispostos a serem Doms Papais de suas meninas ? Dispostos a cuidar , orientar e disciplinar , dedicando o tempo e a energia necessária às suas meninas , isso além da carga que já se tem como Dono , acumulando , também a carga de Pai ?
 E quanto às meninas , estariam elas realmente dispostas à vivenciar a prática com profundidade de entrega ? Mesmo sabendo que ela não se resume apenas a fazer beicinho e ganhar carinho , e sabendo que crianças são totalmente dependentes de seus pais , ainda assim , estariam dispostas a entregar o controle de suas necessidades mais básicas nas mãos de seus Paizinhos ? 
Penso que em raríssimos casos , sim , e na maioria deles , não !
Quando pensamos numa prática , a tendência é focar apenas no lado fofo dela , na parte que nos atrai ,e não nela como um todo . É natural que seja assim , ninguém começa com tudo de uma só vez , é aos poucos que o interesse se instala , em alguns casos , ele ganha maiores proporções e em outros , não !
Por último , mas , não menos importante :
É sempre bom lembrar que agelay é um jogo para adultos , ele não envolve crianças e , portanto , nada tem a ver com pedofilia !
Em se tratando de BDSM tudo deve estar pautado no consensual , portanto , crianças e pessoas incapazes de responder por si ficam de fora de toda e qualquer prática .
É difícil para algumas pessoas entenderem que um adulto vestido de criança não é uma criança .
Pedofilia é crime e eu repudio todo e qualquer ato criminoso ou abusivo !
luara_propriedade de DOM JH .
(Texto publicado , primeiramente em : http://escravasesubmissas.blogspot.com.br/p/cultura.html)
Somos donos de nossos atos , mas não donos de nossos sentimentos; Somos culpados pelo que fazemos, mas não somos culpados pelo que sentimos; Podemos prometer atos, mas não podemos prometer sentimentos... Atos são pássaros engaiolados, sentimentos são pássaros em vôo. (Mario Quintana)

Páginas