domingo, 20 de abril de 2014




Falhar é diferente de errar .
Podemos falhar até mesmo tendo feito tudo certo e podemos acertar mesmo cometendo falhas . Daí a importância de diferenciá-los antes de culpar a alguém .
Cometemos mais falhas que erros , eles , no entanto , são mais impactantes pois , geralmente , resultarem de sucessivas falhas .
Todos erramos e todos falhamos , há falhas até na avaliação do que é falha ou erro .
    
Costuma-se ter uma ideia negativa sobre erros . Isso porque , geralmente , ele vem acompanhado de alguma punição , que pode partir de outra pessoa , de si mesmo ou de ambos .        
Mas errar sempre será uma característica humana .
A pressão da avaliação ,juntamente com o desejo de não decepcionar acentuam os erros . O medo de errar pode ser tanto que faz com que questões simples se agigantem ,  transformando-se em verdadeiros  bichos de sete cabeças .
 Mas é preciso entender que precisamos apenas fazer o melhor que soubermos , claro que com muita dedicação e responsabilidade que é bem diferente do medo de errar .
Aprendemos muitos com erros , nesse momento de frustração e desconforto a lição se fixa  na memória, pois , ao reconhecer e aceitar o erro  , busca-se uma nova alternativa para superá-lo .
Se bem trabalhado , o erro deixará de ser apenas frustração, mas será a motivação para encontrar caminhos melhores .Porém , quando colocados
Independente de ser erro ou falha , o importante é dar a devida atenção ao acontecido , nem mais , nem menos , apenas a atenção necessária . Super valorizar  a questão é interessante apenas quando se tem a ideia de martírio , próprio ou alheio .
Perdoar , punir ou perdoar após punir ?
Perdoar é dar uma outra oportunidade para que algo , que não foi bem executado , seja concluído de forma satisfatória .
Punir é um modo de mostrar o certo e o errado , de evitar que um erro se repita , de educar . Sendo assim , punir torna-se um ato de amor .
Nem sempre a punição tem caráter educativo , ela pode ser , também , um modo de impor uma ideia ou vontade . E , por vezes , ela está mais ligada ao ego e ao desejo de causar martírio , de que exatamente à ideia de correção em si .
O perdão dado após a punição pouco se parece com perdão , pouco se parece com receber uma segunda chance .
Punir erros e falhas , sem observar às causas que levaram a ele , embora usual , é pouco eficiente . Agir na causa seria o ideal .

De certo é que , em algum momento e de alguma forma , é preciso perdoar para que o todo não fique girando em torno de apenas uma questão .
Falhar é diferente de errar , porém , ambos deixam aquela dorzinha no fundo da alma . A culpa pode consumir e entristecer , e essas feridas doem ainda mais quando não sabemos nos perdoar .
Por isso , da mesma forma que relevamos , compreendemos ou perdoamos o próximo , devemos também nos perdoar pelas faltas pelas falhas cometidas . Por vezes , precisamos mais do nosso próprio perdão de que do perdão do outro .  Esse perdão é muito importante para que se possa voltar a caminhar com mais motivação.

luah negra_propriedade de DOM JH .

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Somos donos de nossos atos , mas não donos de nossos sentimentos; Somos culpados pelo que fazemos, mas não somos culpados pelo que sentimos; Podemos prometer atos, mas não podemos prometer sentimentos... Atos são pássaros engaiolados, sentimentos são pássaros em vôo. (Mario Quintana)

Páginas