sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Rebeldia e castigo (conto)



Naquele dia ela estava com os nervos à flor da pele, num estado de pura rebeldia! A restrição de orgasmos, à que vinha sendo submetida, estava enlouquecendo-a. 
Seu castigo era para que aprendesse a controlar suas atitudes impensadas. Entretanto, o efeito era oposto ao desejado, quanto mais o castigo se prolongava, mais ela se descontrolava.
Num acesso de total descontrole, ela liga pro Dono disposta a  fazer-lhe uma série de exigências. Ao ouvi-lo, do outro lado da linha, ela sente todo seu corpo estremecer de desejo, e bastou ouvi-lo dizer alô, para seu corpo arrepiar-se de tesão. Com a voz trêmula e mansa  que mais parecia um gemido, ela  pede liberação do castigo. 
-Senhor, não aguento mais, estou enlouquecendo, permita que eu goze ao menos uma vez! 

Ele, friamente, responde que não. Ela não se dá por vencida e continua argumentando. Vendo que Ele continua irredutível, ela se descontrola e o desafia. 
- Então terei de fazer sem a sua autorização, Senhor! 
Ele a adverte que não faça algo do qual venha a arrepender-se e desliga em seguida .  
Isso a deixa ainda mais revoltada , ela então , volta a ligar . Dessa vez , ela não mede as palavras e , em tom de exigência , solicita um encontro para o mesmo dia . 
Com a calma de sempre, Ele indaga se é o que ela realmente deseja e se não se arrependerá do pedido. 
Prontamente, ela responde : - Sim , é o que desejo , Senhor , nada me fará arrepender de desse encontro .
Já com local e hora marcados, ela vibra por dentro , está eufórica, feliz por conseguir o que tanto desejava . Felicidade essa que se converte em gotas que a faz molhar a calcinha . 
Mal a ligação é encerrada , ela já começa a se arrumar. 
Não há tempo para  uma super produção, mas ela capricha na maquiagem e na lingerie. Rapidamente escolhe um sapato de salto alto e fino que Ele adora vê-la usar, nos cabelos ela faz um coque alto e deixa alguns fios soltos pelo rosto e nuca, e como Ele não havia feito recomendações especiais, então, estava tudo pronto.  
Chegando no local combinado , ainda bem antes do horário , ela o aguarda . Enquanto isso , mil pensamentos povoam-lhe a mente , ansiedade ,  excitação , tensão e receio misturavam-se de uma forma torturante ! Estar com ele era seu maior desejo e não conseguir encontrá-lo , seu maior temor  . Ambos duelando entre si . E o tempo que não colaborava , parecia arrastar-se quando tudo que ela mais precisava era vê-lo voar , levando-a diretamente para os braços dele !  
E esse desejo apenas se desfaz ao vê-lo chegar. 
Cheia de alegria e desejos, ela o cumprimenta beijando-lhe as mãos . Ele retribui com o mesmo  gesto de sempre , afagando-lhe a cabeça .  Ela conta da saudade, do desejo e temores que sente, fala da alegria e do prazer de estar com ELE novamente. Seus olhos brilham, ela é a imagem da felicidade! 
Mas sua alegria se desfaz assim que o ouve dizer que seria melhor pra ela se Ele não tivesse ido, pois ela pagaria caro por tê-lo desafiado.
Enquanto pensa no que estaria por vir, ela vê uma mulher se aproximar Dele, ela observa sem entender a conversa dos dois. 
Ele, então a orienta a dirigir-se a recepção e pedir uma suite, ela obedece prontamente, e ao reconhecer a mulher como uma de Suas ex-escravas, ela então percebe que momentos difíceis estariam por vir. 
Enquanto aguarda pelas chaves, ela os observa conversando, seu coração parece que vai saltar do peito... vê-la tocar em seu Dono e sorrir debochadamente, faz seu coração partir-se em mil pedaços. Seu tormento não para por aí, a caminho do elevador, eles seguem na frente de braços dados, enquanto ela caminha atrás carregando a pesada mala do Dono e de Sua convidada. 

No elevador, eles se tocam com intimidade, enquanto a ela, cabe apenas observá-los. E foi nesse clima que chegaram ao quarto, onde seu tormento verdadeiramente se iniciaria. 
Seu Dono passa-lhe as instruções de como se comportar durante a sessão. Ele explica que ela servirá de criada, que ela deverá manter tudo na mais perfeita ordem e, que se desempenhar bem suas tarefas, terá direito a gozar no final.
Ela assistia, passivamente, às carícias entre eles, depois recolheu as roupas que iam sendo espalhadas enquanto o casal se despia.
Cabia à ela recolher e arrumá-las sem questionar, e assim ela o fez. Depois preparou o banho deles e, enquanto organizava os objetos da mala, de modo a torná-los mais acessíveis ao Dono, ela ouve os risos que partem do banheiro e as lágrimas rolavam por seu rosto. 
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Nesse momento, arrependeu-se amargamente por ter insultado e desafiado seu Dono, lembrou-se dos momentos felizes que juntos viveram, ela sabia que havia errado feio e estava pagando por isso. Mas o preço era alto demais, e quando decide ir embora, Ele sai do banheiro e a convence a ficar, já que, se passasse pela porta, ela teria um castigo ainda pior. 
Mesmo sabendo que seu tormento estava apenas começando, ela prefere ficar e encará-lo até o fim. 
Ele a põe sentada num canto do quarto, de onde ela terá ampla visão da cama, local em que Ele usará a convidada e ela apenas assistirá. E assim aconteceu.
Após promover toda uma orgia de sexo e sadismo, fazendo todo uso que desejou da convidada e, não mais querendo conter o gozo, Ele a premia com sua porra. Ela se põe de quatro, com a bunda bem empinada para receber seu banho de leite. Ele goza, lambuza aquela bunda exposta, espalha seu leite também pela boceta que acabara de foder e ainda desejosa, vibrava com as carícias que recebia de sua mão.

Era hora de Sua escrava fazer a limpeza!
Mantendo-a na posição, Ele chama sua escrava e ordena que a limpe toda a sua porra com a língua.
E ela, que não passava de mera expectadora de toda aquela orgia, via sua maquiagem misturar-se às lágrimas que lhe corriam silenciosamente, pois, qualquer manifestação lhe fora proibida, nem mesmo lavar o rosto lhe foi permitido, então implora para ser liberada da ordem, tenta em vão argumentar que não suportaria tamanha humilhação. 
Ele, porém, permanece irredutível! Não aceita suas argumentações e a lembra do grave erro cometido e das consequências que sua recusa traria.
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Diante disso, ela executa a árdua tarefa de lamber, das partes da outra, toda a porra que seu Dono ali depositara. E quando pensa ter chegado ao fim de seu tormento, vem a ordem para prosseguir  com as acarícias até que a convidada tenha seu último orgasmo. Suas lágrimas e saliva misturam-se ao que restou da porra derramada por seu Dono naquela boceta encharcada de prazer, a maquiagem agora é apenas um borrão de fluídos corporais, que se encontram parte em seu rosto e parte no corpo daquela que se delicia com as carícias e a humilhação da escrava rebelde.  

Ao fim de toda humilhação, o casal encaminha-se para mais um banho. E ela, sentindo-se a última das mulheres, apenas deixa cair seu corpo na cama e assim permanece enquanto eles ainda se divertem no banheiro.
Algum tempo depois, o casal encontra-se pronto para ir embora, antes porém, o Dono avisa à sua escrava que ela pode gozar à vontade e que não se esqueça de pagar a conta.

Ele ainda a elogia pela tarde maravilhosa que seu ataque de rebeldia havia lhe proporcionado, comentou também de seu bom comportamento e obediência total, e completa dizendo que se ela mantiver esse comportamento, eles poderão conversar no dia seguinte , mas que, se mostrasse o menor sinal de rebeldia, ela já sabia qual seria o castigo a ser aplicado .
Ela ouve a tudo atenta e calmamente, e apenas ao final, responde:
- Estarei calma, Senhor. Eu te amo!


Fim .

luah negra

Um comentário:

  1. Oi Luah, mais um texto exitante que leio em seu blog, parabéns!
    Vim aqui te convidar a voltar ao meu cantinho, seria uma honra.
    Bjs doces.
    Natye*
    http://natyeeumavidadepaixao.blogspot.com.br/

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Somos donos de nossos atos , mas não donos de nossos sentimentos; Somos culpados pelo que fazemos, mas não somos culpados pelo que sentimos; Podemos prometer atos, mas não podemos prometer sentimentos... Atos são pássaros engaiolados, sentimentos são pássaros em vôo. (Mario Quintana)

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